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TI

Muito além das fronteiras

Os cidadãos brasileiros no exterior e estrangeiros vão encontrar ainda mais agilidade na hora de obter documentos cartoriais como certidões de nascimento, casamento, atestados, testamentos e vistos nos consulados no país e no mundo. Esses benefícios começam a ser obtidos com a implantação do Sistema Consular Integrado – Nova Geração (SCI-ng).

Oferecer mais segurança e modernidade ao trabalho consular brasileiro é também uma das metas da nova geração do sistema. A tecnologia, desenvolvida pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) em parceria com o Itamaraty, está em fase experimental avançada.

A primeira versão desse sistema foi lançada em 2009. Em novembro do ano passado, o Brasil iniciou o projeto-piloto da nova versão, o SCI-ng, nos postos consulares do país e em cinco repartições no exterior: Santiago (Chile), São Francisco (EUA), Londres (Inglaterra), Genebra (Suíça) e Porto Príncipe (Haiti).

“O avanço dos últimos anos foi baseado na informatização dos procedimentos tradicionais, ou seja, na modernização da emissão de documentos. Da máquina de escrever para a impressora”, afirma Roberto Parente, coordenador-geral de Planejamento Consular do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

O coordenador-geral defende que a etapa que começou com o Sistema Consular Integrado – Nova Geração (SCI-ng) faz parte de um segundo ciclo de evolução. “Essa fase proporcionará mais segurança, que é uma preocupação crescente no trabalho consular, e terá foco na integração de sistemas de inteligência e segurança do Estado brasileiro”.

Foco no cidadão

Armando Barros, coordenador do projeto no Serpro, conta que a nova arquitetura web gera melhor desempenho e usabilidade para o sistema e maior flexibilidade na utilização de periféricos envolvidos na produção dos documentos de viagem. “Aumentamos a compatibilidade com outros fabricantes, o que proporciona mais economia na aquisição dos equipamentos por parte do MRE e facilita a evolução tecnológica do sistema”, constata.

Ele destaca que a implantação do Nova Geração trouxe o foco para as pessoas e não para os documentos. “Teremos uma visão mais moderna e um conjunto de informações mais rico”, comemora Barros. Roberto explica que o antigo programa é concentrado em documentos, a busca é centralizada em requerimentos. “O SCI-ng mudará essa lógica porque é orientado por nomes. Nós vamos ter um cadastro de pessoas, com um controle mais eficiente da emissão de documentos, com informações abrangentes de brasileiros ou estrangeiros”, avalia.

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