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SINJOR-PA tenta burlar decisão da Justiça e elaborar Prestação de Contas extemporânea

Para um advogado consultado por nossa redação, a iniciativa dos sindicalistas é uma tentativa de descumprir a decisão e a ordem judicial, assim como de obstrução da Justiça do Trabalho, que determinou a apresentação da Prestação de Contas do exercício da gestão do SINJOR-PA no ano de 2022. Assim, a diretoria do sindicato convocou uma Assembleia Geral para apresentar à categoria, a origem e o destino do dinheiro que entrou e saiu das contas da entidade ano passado. Ocorre que, tanto a data da Assembleia, quanto a referida prestação de contas estão fora do prazo determinado pelo Estatuto e pela decisão judicial, respectivamente. Ou seja, as ações da atual diretoria do SINJOR-PA estão repletas de vícios e irregularidades.

A eleição prevista para eleger a nova diretoria do SINJOR-PA caminha para rumos incertos. A forma com que o presidente da entidade, Vito Gemaque e seu grupo político tratam o sindicato, trouxe a abertura de uma ação na Justiça do Trabalho, que tem tudo para avançar e colocar em xeque, a lisura do processo eleitoral.

Faltando pouco mais de 3 meses para o fim do seu mandato, só agora, obrigados por decisão judicial, os sindicalistas que estão à frente do SINJOR-PA resolveram convocar uma Assembleia Geral Ordinária para aprovar as contas do mandato que começou no ano 2000 e termina agora, no final de 2023.

A data da possível assembleia está marcada para a próxima quinta-feira, dia 21 deste mês. Ocorre que, os dirigentes foram notificados pela Justiça do Trabalho para apresentar a Prestação de Contas até quarta-feira, dia 20, restando claro que descumprirão a ordem judicial e pra piorar, tentarão manipular a justiça com documentos que só passaram a existir depois que foram solicitados pelo juiz da causa.


FORA DO PRAZO LEGAL


Além de descumprir a ordem judicial, há outra irregularidade promovida pela diretoria do SINJOR-PA, conforme se vê no print dos trechos do Estatuto do sindicato: A realização de Assembleia Geral para prestação de contas, tem como prazo legal, até o último dia do mês de Abril.

Diante do descaso e da falta de cumprimento de questões administrativas, o que já estava ruim, piorou para quem quer se manter à frente da Sindicatos dos Jornalistas.


Cabe lembrar aos nossos leitores, que a decisão de realizar uma prestação de contas de forma extemporânea, ou seja, fora do prazo estabelecido, se deu por força de uma decisão judicial, em que o presidente do SINJOR-PA foi intimado a apresentar a Prestação de Contas da entidade, assim como outros documentos até hoje sonegados para a chapa 01 “Renova SINJOR”, que se inscreveu para disputar a eleição sindical prevista para novembro deste ano, mas não obteve informações e documentos necessários para a igualdade de condições no pleito eleitoral. Até a lista de filiados e filiadas aptas a votar está sendo guardada a sete chaves no sindicato.

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