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Sauditas dividem estádio com argentinos e vão à loucura com virada


Vibração com impedimentos de Lautaro, giro de camisa para o ar e palmas progressivas dão o tom de inflamada torcida da Arábia Saudita


O golaço de Al-Dawsari, camisa 10 e ídolo saudita, já seria suficiente para levantar qualquer estádio no mundo. Mas no Lusail, que tinha festa preparada para Messi e a seleção argentina, o barulho foi ainda maior nesta terça-feira.


Com mais de 88 mil pessoas no estádio que vai sediar a final da Copa, a euforia foi da Arábia Saudita na virada por 2 a 1, construída no início do segundo tempo – dois bonitos gols. O primeiro foi de Saleh Alshehri, camisa 11, que também é jogador do Al Hilal.

Aliás, o Al Hilal tem nada menos do que nove titulares na equipe árabe. Mas entrosada mesmo estava a muralha verde nas arquibancadas do Lusail.


A forte presença saudita no estádio não foi exclusividade deste jogo. A estimativa é de que cerca de 500 mil habitantes do país apareçam em Doha durante o Mundial.


O gol de Messi, de pênalti, no início da partida provocou algum desespero dos torcedores, que logo gritaram a todo vapor por "offside, offside" nos dois marcados Lautaro Martínez.

Na virada-relâmpago, os árabes foram à loucura, girando camisas no ar, abraçando a bandeira. Estavam emocionados em ver aquilo de perto. Na última Copa, a única vitória da Arábia Saudita foi contra o Egito, na despedida da primeira fase. Antes, os sauditas haviam vencido a última partida apenas em 1994.


No final da partida, enquanto aguardavam ansiosos pelo apito final, fizeram as famosas palmas progressivas, que nos últimos tempos se vê bastante em jogos do Cruzeiro e do Fluminense. Marca antiga de torcedores da Islândia.


Fonte: G1.

imagem: reprodução.

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