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PF investiga desembargador e o filho dele, suspeitos de vender sentenças

Os dois teriam ligação com investigados de operação de combate aos crimes de tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro


A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta terça-feira (14/3) a Operação “Habeas Pater”, para combater crimes de corrupção ativa e passiva. Entre os investigados, estão um desembargador federal e o filho dele, que é advogado.


Ambos são suspeitos de vender sentenças para investigados da Operação “Flight Level II”, de combate aos crimes de tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro, deflagrada também hoje, pela Polícia Federal em Minas Gerais.


Estão sendo cumpridos nove mandados de busca e apreensão na cidade de Brasília (DF), sete mandados de busca e apreensão na cidade de Belo Horizonte e um mandado de busca e apreensão na cidade de São Luís (MA).


Participam do cumprimento dos mandados 120 policiais federais e 12 integrantes da Receita Federal. Caso pai e filho venham a responder pelos crimes, poderão ser condenados a até 12 anos de prisão.

 

Operação Flight Level II

A Polícia Federal (PF) realiza, também na manhã de hoje (14/3), com apoio da Receita Federal, a operação “Flight Level 2”, para combate dos crimes de tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro.


Estão sendo cumpridos 25 mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte e região metropolitana e nas cidades de São Paulo e Florianópolis. Além disso, são cinco mandados de prisão preventiva, 5 mandados de prisão temporária, 17 mandados de sequestro de veículos automotores e de 7 imóveis, além do bloqueio de contas bancárias e criptoativos de 34 pessoas físicas e de pessoas jurídicas.


De acordo com as investigações, os envolvidos na primeira fase da operação seriam uma espécie de “célula”, ou seja, parte de uma organização criminosa maior, voltada ao tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e crimes financeiros.


A PF informou que foram identificadas aquisições de imóveis, veículos de luxo, joias e criptoativos incompatíveis com os rendimentos declarados pelos proprietários, com o acréscimo patrimonial ficando injustificado no período.


Os suspeitos poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, participação em organização criminosa e lavagem de dinheiro. As penas, somadas, podem chegar a 38 anos de reclusão.


Fonte: Estado de Minas

Foto: Reprodução

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