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Com Lula, Esplanada terá 60% mais ministérios do que no governo atual

Futuro governo terá 37 ministros, segundo o futuro chefe da Casa Civil, Rui Costa; petista diz que não serão criados cargos novos


Caso se confirme o anúncio feito neste sábado (17) pelo futuro ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, no terceiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Brasil terá, a partir do ano que vem, cerca de 60% mais ministérios do que na configuração atual da Esplanada, sob comando de Jair Bolsonaro (PT).


Entre as áreas mencionadas por Costa que devem voltar a ter ministro próprio estão Esportes, Portos, Transportes, Pesca e Cidades, além do retorno da trinca Fazenda, Planejamento e Indústria, atualmente concentrada sob o guarda-chuva do Ministério da Economia.


Algumas pastas deverão ser criadas, como a dos Povos Originários, que foi uma promessa de campanha do presidente eleito.

Apesar do aumento no número de ministérios, Costa afirmou que a orientação recebida é para que não sejam criados cargos novos. “Um pedido do presidente [Lula] foi não haver ampliação de cargos, ou seja, o custo e o volume de gastos se manter independente da quantidade de ministérios”, disse.


Ele explicou: “Como vamos transformar 23 em 37? Estamos usando a criatividade e inovando. As áreas meio serão unificadas, áreas comuns para vários ministérios. Hoje o Ministério da Economia desmembra em Industria e Planejamento, mas a área meio será a mesma. Racionaliza o gasto, com mesma equipe cuidando da área.”


Até o momento, Lula já anunciou sete nomes que irão compor o ministério no próximo governo: Rui Costa (Casa Civil), Margareth Menezes (Cultura), José Múcio Monteiro (Defesa), Fernando Haddad (Fazenda), Flávio Dino (Justiça), Mauro Vieira (Relações Internacionais) e Luiz Marinho (Trabalho), além de alocar o ex-senador e ex-ministro Aloizio Mercadante na presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).


Há expectativa de que o petista anuncie nos próximos dias mais nomes de futuros ministros para destravar a chamada PEC do Estouro em algumas bancadas, como PSD, MDB e União Brasil.


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