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Belém receberá o caminhão museu de exposição sobre o Bicentenário da Independência do Brasil

A ação reúne espaços lúdicos e interativos, com ambientes instragramáveis, exibição de animações, biblioteca, reprodução de obras de arte e acesso a podcasts.


Belém vai receber o caminhão museu da exposição “Itinerários da Independência”, que vem percorrendo várias regiões do país para contar a história do Brasil. A ação comemorativa ao bicentenário da independência é realizada pelo Senado e pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O caminhão chegará ao Portal Amazônia no próximo domingo, 2, às 16h, onde ficará aberto à visitação pública na segunda e terça-feiras, 3 e 4, a partir das 8h30.


Cerca de 1 mil estudantes da rede municipal de ensino irão visitar a exposição itinerante, que começou em junho de 2022, em Brasília. Na capital paraense, a ação conta com a parceria da Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semec). Haverá uma programação cultural, realizada ao longo da programação, pela Semec, com espetáculos teatrais e contação de histórias.

O caminhão museu é equipado com recursos lúdicos e interativos, como sala de cinema para exibição de vídeos curtos de animação; sala de realidade virtual onde o visitante pode ser fotografado participando de dois momentos históricos; painéis instagramáveis com personagens da luta pela Independência; biblioteca com livros e HQs sobre o tema; e oito computadores para acessar podcasts e o site Itinerários Virtuais da Independência, criado pela UFMG e Senado.


Protagonismo feminino

A participação das mulheres nos eventos da independência, algo pouco explorado pelos livros de história, ganhou um espaço especial na exposição chamado “Vira Vira”. Os nomes das heroínas são revelados no livro “As mulheres que estavam lá”, de autoria de Heloísa Starling e Antônia Pellegrino. São elas: Hipólita Jacinta Teixeira de Melo, Bárbara de Alencar, Ana Maria José Lins, Maria Felipa de Oliveira, Maria Clemência da Silveira Sampaio, Maria Quitéria de Jesus, Imperatriz Leopoldina e uma menina baiana de 13 anos.

“O objetivo é contar a história da Independência do Brasil por um ponto de vista ‘alargado’, além da história narrada a partir das margens do Ipiranga e contar como foi o processo de independência nas províncias, quais foram as influências, como a revolução americana e a independência do Haiti e dos países hispano americanos”, detalha a historiadora Marcela Teles, coordenadora do caminhão museu.

“Belém recebe uma das mais importantes exposições relacionadas ao Bicentenário da Independência do Brasil, que irá proporcionar aos nossos alunos ensino fundamental maior a oportunidade de fazer uma verdadeira interação com a história através de palestras e exibição de vídeos que irão enriquecer muito a vida dos nossos estudantes”, comemora a secretária municipal de Educação, Araceli Lemos.


A exposição é uma iniciativa do senador Randolfe Rodrigues (Rede/AP) realizada por meio da Comissão do Bicentenário do Senado Federal junto à pesquisa histórica do Projeto República da UFMG, coordenada pela professora Heloísa Starling.

Programação cultural

No domingo, às 18h, haverá o espetáculo “Meu quintal é maior que o mundo”; na segunda-feira, às 10h, haverá a apresentação lítero-musical “Dá-me rosas e pela tarde”; e, às 17h, o espetáculo “Uó de passiva”. E na terça, às 10h, o espetáculo “Eu sou um livro”, às 17h, a contação da história da “Cigana Samaúma” e às 19, o Cine Clube.



Fonte: o liberal.


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