A CPI do Covidão

Os senadores Jorginho Mello (PL-SC), Marcos Rogério (DEM-RO) e Eduardo Girão (Podemos-CE), entraram com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir os senadores Jader Barbalho e Renan Calheiros (MDB-AL) de integrar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid. O relator no STF será o ministro Ricardo Lewandowski. Jader é pai de Helder Barbalho, governador do Pará e Renan Calheiros é pai do pai do governador de Alagoas, Renan Filho (MDB-AL), sendo ambos investigados no STJ por fraudes envolvendo a compra de respiradores na pandemia. Na prática, sustentam os senadores no pedido, seria a raposa vigiando o galinheiro.  A CPI da Covid foi instalada nesta terça-feira (27). A Comissão é responsável por apurar ações e omissões do governo federal e eventuais desvios de verbas federais enviadas aos estados para o enfrentamento da pandemia. Calheiros foi indicado relator pelo presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM). Na segunda-feira (26), a 2ª Vara da Justiça Federal de Brasília concedeu uma liminar (decisão provisória) que suspendia a eventual indicação do senador Renan Calheiros para relatoria. O pedido foi feito deputada Carla Zambelli (PSL-SP), uma das principais defensoras do presidente Jair Bolsonaro no Congresso.

No entanto, nesta terça-feira (27) o Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região cassou a liminar (decisão provisória) e Calheiros foi indicado como relator da Comissão.

A CPI do Covidão

Os senadores Jorginho Mello (PL-SC), Marcos Rogério (DEM-RO) e Eduardo Girão (Podemos-CE), entraram com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir os senadores Jader Barbalho e Renan Calheiros (MDB-AL) de integrar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid. O relator no STF será o ministro Ricardo Lewandowski. Jader é pai de Helder Barbalho, governador do Pará e Renan Calheiros é pai do pai do governador de Alagoas, Renan Filho (MDB-AL), sendo ambos investigados no STJ por fraudes envolvendo a compra de respiradores na pandemia. Na prática, sustentam os senadores no pedido, seria a raposa vigiando o galinheiro.  A CPI da Covid foi instalada nesta terça-feira (27). A Comissão é responsável por apurar ações e omissões do governo federal e eventuais desvios de verbas federais enviadas aos estados para o enfrentamento da pandemia. Calheiros foi indicado relator pelo presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM). Na segunda-feira (26), a 2ª Vara da Justiça Federal de Brasília concedeu uma liminar (decisão provisória) que suspendia a eventual indicação do senador Renan Calheiros para relatoria. O pedido foi feito deputada Carla Zambelli (PSL-SP), uma das principais defensoras do presidente Jair Bolsonaro no Congresso.

No entanto, nesta terça-feira (27) o Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região cassou a liminar (decisão provisória) e Calheiros foi indicado como relator da Comissão.

Juiz afasta prefeito de Concórdia do Pará
 
Da Redação
O juiz José Dias de Almeida Júnior, da 87ª Zona Eleitoral julgou procedente a Ação de Investigação Judicial Eleitoral e determinou a cassação dos diplomas do prefeito de Concórdia do Pará, Elias Guimarães Santiago, e de e de sua vice, Elisangela Paiva Celestino,  por abuso de poder político nas eleições municipais de 2020.

Detran contrata empresa de primo de Helder por R$ 63 Milhões

O Detran aditou um contrato com a empresa Criativa Call Center para a prestação de serviços operacionais e de gestão de atendimento (planejamento, implantação, customização, treinamento e operação). O valor do contrato é que salta aos olhos: Mais de R$ 63 milhões do meu, do seu, do nosso dinheiro. Mais o que assusta mesmo é que a Criativa Call Center pertence, caros leitores, a Vinicius Zaluth Bastos, filho de Elaine Terezinha Zaluth Bastos, irmã da deputada Federal Elcione Barbalho, mãe do governador do Pará. Trocando em miúdos, a Criativa Call Center tem como sócio um primo legítimo de Helder Barbalho.  Elaine Zaluth, anos atrás, foi indicada por Jader Barbalho para o Tribunal de Contas dos Municípios do Pará, TCM, até se aposentar. Tudo em casa. E o povo do Pará que se dane.

POLÍCIA CIVIL INVESTIGA FRAUDE EM CANAÃ DOS CARAJÁS

 

Aterrizou na Polícia Civil de Canaã dos Carajás uma denúncia que promete balançar as estruturas do município. Uma fraude milionária envolvendo, entre outros personagens, o vice prefeito e também secretário de obras Zito Augusto Corrêa. A denúncia aponta para a licitação nº 018/2019/PMCC, modalidade Concorrência, em que sagrou-se vencedora a empresa Transcidades Serviços Ambientais. O Objeto do contrato, no valor de R$33.722.736,00 (trinta e três milhões, setecentos e vinte e dois mil e setecentos e trinta e seis reais), é a coleta, transporte e destinação final de resíduos sólidos e hospitalares produzidos no perímetro da cidade, sendo que a prefeitura repassa mensalmente a empresa vultosos R$1.405.114,00 (um milhão, quatrocentos e cinco mil e cento e quatorze reais) por mês.

Ocorre que a empresa, de acordo com a denúncia, desde 2019 recebe milhões do erário público sem nunca ter instalado Balança Rodoviária no aterro sanitário fraudando documentos com apontando falsa pesagem do lixo. Ao ganhar a licitação, a Transcidades, com sede em Ananindeua, se tornou responsável pela gestão do aterro sanitário já existente, estando obrigada, desde então, pela operação do “lixão” municipal, o que encartava, dentre outras, a obrigatoriedade de aquisição, instalação e funcionamento de uma Balança Rodoviária de no mínimo 30 toneladas na entrada do local.

Além do vice prefeito Zito Corrêa, a denúncia aponta para a formação de uma organização criminosa envolvendo ainda o advogado Marcos Tavares da Silva, servidor da Prefeitura de Canaã dos Carajás designado como “Fiscal do Contrato”, o empresário Eduardo José Vasconcelos, sócio da empresa Transcidades e Manuel Maria Corrêa Nunes, Gerente de Licitações e Contratos da empresa.  Pelo contrato, para cada tonelada de resíduo sólido domiciliar coletado, que deveria ser medido e destinado pela empresa, foi atribuído o valor de R$162,83 (cento e sessenta e dois reais e oitenta e três centavos). Cada quilo de resíduo sólido hospitalar, que passa pelo mesmo processo, vale R$9,90 (nove reais e noventa centavos). O contrato passou a ser executado em 30 de julho de 2019, de modo que a Balança Rodoviária deveria estar em operação até no máximo o dia 30 de outubro daquele ano.