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Polícia

Soure, 31/12/2017 às 11:51

Polícia apreende 100 quilos de carne de porco no Marajó

Uma operação deflagrada em conjunto pela Polícia Civil, Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde, Secretaria Municipal de Meio-Ambiente em Soure, na Ilha do Marajó, resultou na apreensão de carne suína e na repressão da venda clandestina do produto, segundo balanço parcial divulgado neste sábado (30).

 

Ao todo, foram apreendidos quase 100 quilos de carne suína em cinco pontos de venda clandestinos, localizados no bairro da Macaxeira, em Soure. As carnes apreendidas foram incineradas.

 

Denominada "Suíno Saudável", a operação teve por objetivo principal assegurar o direito à saúde pública e ao bem-estar da população quanto ao consumo de carne suína, por meio do combate da venda do produto sem procedência nem fiscalização sanitária.

 

Segundo o delegado Rodrigo Amorim, titular da Superintendência Regional da Polícia Civil em Soure, a ação teve por meta cumprir o que estabelece a Lei Municipal de número 1937/80, que determina que "é expressamente proibido colocar ao consumidor público carne fresca de bovinos, suínos e caprinos, abatidas clandestinamente e sem aprovação da fiscalização sanitária".

 

O delegado explica que a venda deste tipo de alimento sem fiscalização coloca em risco a saúde da população, pois não tem como determinar a inocuidade sanitária do que está sendo exposto. "Dar cumprimento ao que determina a lei garante segurança alimentar, controle e inibe a atividade clandestina que estava a cada dia mais aumentando na cidade, com carnes suínas expostas e até penduradas em árvores localizadas em plena via pública", observa o policial.

 

Ele ressalta que a operação ocorreu após realização de trabalho voltado à conscientização, esclarecimento e notificação dos vendedores do alimento. "Eles foram orientados há meses a se adequarem às normas sanitárias exigidas em lei, porém, o não cumprimento das determinações legais ocasionou a apreensão e descarte imediato do produto", ressalta.

 

Para vender de carne suína em Soure, de forma legalizada, o interessado deve procurar a Vigilância Sanitária do município para obter as orientações de como exercer a atividade. A equipe da Polícia Civil foi comandada pelo delegado Rodrigo Amorim e investigadores Jardel e João Paulo, da Superintendência da Região do Marajó Oriental.

 

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